sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

...á muito tempo

Esta poesia escrevi ainda estava num mar de turbolencia angustiante...
Á quem não queira lembrar do passado, outros que ate esquecem dele... eu sou hoje pelo meu passado, por isso, não o renego!


Talvez Haja em Mim Loucura

Sinto-te ao pé de mim
Tento agarrar-te
Pela réstia de memória
Boa ou má
Não importa...
Estéril esforço!
Sem motivo de quedar
Somente pela memória
De ti
Revolto de ânsias angustias
Luto por quem
Já não existe
Recordo de quem
Não importa
Fico á mercê
De alguem que não
Me descuide
Clausuro-me por tudo
para tudo
para todos
para mim...
Sinto-te já distante.
Memórias que se perdem
No remoinho
Do senso...
Ficando sem saber
Se reais foram,
Ou apenas se tornam
Flechas envenenadas
Deste espirito já
Desatinado!

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