escrevi esta poesia ja vão alguns anos também. Esta poesia não mudei uma palavra e foi o incio de uma nova era para mim...
Cidade (despertar)
O manto luzidio
Paira pela cidade
Os primeiros gemidos
Soltam-se...
O burgo desperta
Docemente
Da noite agitada
Pelos corpos
Embriagados de prazeres
Recompensados...
Taxis vagueiam
Por rios ainda desertos
Levando
para os moradas
Rostos que se sepultam
Ao raiar da manhã.
Pássaros tagarelam
Ao jeito das vizinhas
Sobre o galo
que ja cansa ouvir!
Venezianas rangem
E a esperança nasce
Num olhar desertor
De ver contornos de mulher...
O atroar de pneus
Estridente
Lembra a todos
O perigo
Das Noites mal esquecidas
Das gentes que ainda
Reclamam a escuridão...
domingo, 28 de dezembro de 2008
Ainda Hoje
Escrevi esta poesia ainda na Australia, ainda longe de quem me deu o descanço do guerreiro...
Sempre que te vejo
Imenso calor sinto
Meu peito transborda
O teu olhar me transforma
Neste animal á solta
Esperando para te devorar
Perfumada mulher és
Amazona Selvagem da
Iha dos Amores
Xena não se compara
A ti guerreira
Onça companheira
Desespero por tomar
O teu corpo
Fazer dele meu
Eterno e doce
Recanto de descanço...
Nada sou sem
A tua alma, teu corpo
No teu coração estou
Distante ainda estamos
O amanha nos pertence
Simone Paixão Minha
Sempre que te vejo
Imenso calor sinto
Meu peito transborda
O teu olhar me transforma
Neste animal á solta
Esperando para te devorar
Perfumada mulher és
Amazona Selvagem da
Iha dos Amores
Xena não se compara
A ti guerreira
Onça companheira
Desespero por tomar
O teu corpo
Fazer dele meu
Eterno e doce
Recanto de descanço...
Nada sou sem
A tua alma, teu corpo
No teu coração estou
Distante ainda estamos
O amanha nos pertence
Simone Paixão Minha
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
...á muito tempo
Esta poesia escrevi ainda estava num mar de turbolencia angustiante...
Á quem não queira lembrar do passado, outros que ate esquecem dele... eu sou hoje pelo meu passado, por isso, não o renego!
Talvez Haja em Mim Loucura
Sinto-te ao pé de mim
Tento agarrar-te
Pela réstia de memória
Boa ou má
Não importa...
Estéril esforço!
Sem motivo de quedar
Somente pela memória
De ti
Revolto de ânsias angustias
Luto por quem
Já não existe
Recordo de quem
Não importa
Fico á mercê
De alguem que não
Me descuide
Clausuro-me por tudo
para tudo
para todos
para mim...
Sinto-te já distante.
Memórias que se perdem
No remoinho
Do senso...
Ficando sem saber
Se reais foram,
Ou apenas se tornam
Flechas envenenadas
Deste espirito já
Desatinado!
Á quem não queira lembrar do passado, outros que ate esquecem dele... eu sou hoje pelo meu passado, por isso, não o renego!
Talvez Haja em Mim Loucura
Sinto-te ao pé de mim
Tento agarrar-te
Pela réstia de memória
Boa ou má
Não importa...
Estéril esforço!
Sem motivo de quedar
Somente pela memória
De ti
Revolto de ânsias angustias
Luto por quem
Já não existe
Recordo de quem
Não importa
Fico á mercê
De alguem que não
Me descuide
Clausuro-me por tudo
para tudo
para todos
para mim...
Sinto-te já distante.
Memórias que se perdem
No remoinho
Do senso...
Ficando sem saber
Se reais foram,
Ou apenas se tornam
Flechas envenenadas
Deste espirito já
Desatinado!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Delirios
Alguns ainda me chamam de louco, me viraram a cara fiquei sem entender o porque de tanta inquietaçao e tanto desprezo. Ainda não entendi... varias perguntas e respostas me tomam a mente desde sera que foram proibidos ou coibidos a faze-lo esquecendo de uma velha promessa....
Mas não fugindo ao principal tema em questão, deliros...
De fronte ao espelho
deliro!
No amago do da mente
incerta e absoluta
tento encontrar o ventre
de onde nao queria sair...
e voltar para lá,
tantas vezes... tantas vezes
Deliro!
Por entre o calor de mãos amenas
que afagam os meus suores
trémulos de febre imensa
um doce rosto pernumbra
sobre mim
Deliro?
Que amena manhã me desperta
dentro de mim ao ver
o suor desaparecer,
o negro esfumarce
de um delirio
para dentro de meu
peito amargo.
Mas não fugindo ao principal tema em questão, deliros...
De fronte ao espelho
deliro!
No amago do da mente
incerta e absoluta
tento encontrar o ventre
de onde nao queria sair...
e voltar para lá,
tantas vezes... tantas vezes
Deliro!
Por entre o calor de mãos amenas
que afagam os meus suores
trémulos de febre imensa
um doce rosto pernumbra
sobre mim
Deliro?
Que amena manhã me desperta
dentro de mim ao ver
o suor desaparecer,
o negro esfumarce
de um delirio
para dentro de meu
peito amargo.
Primeira Postagem
Á muito que queria publicar o meu livro de poesias, não publiquei pois penso que ter que pagar para editar o meu livro mostra que para além de ser injusto, que o meu livro não é bom.
Ávidos comerciantes de editoras virtuais, sugam graças ao desejo que um escritor tem de publicar o que gerou no ventre de sua imaginação.
Assim, uma forma de publicar a custo zero e de uma forma mais universal criei este blog, no dia de Natal. Nada melhor do que celebrar o nascimento de meu blog que o dia que celebramos o nascimento de alguém que foi e é uma lenda, um heroi ou um simples homem.
Mas nao vou expressar (ainda) as minhas teorias teologicas e sacras...deixo para depois.
Assim convido que leiam, até que transcreveam algumas delas numa carta de amor para alguém... me faria muito feliz e não tenho pejo nem pudor em dar as minhas poesias ao mundo!
Ávidos comerciantes de editoras virtuais, sugam graças ao desejo que um escritor tem de publicar o que gerou no ventre de sua imaginação.
Assim, uma forma de publicar a custo zero e de uma forma mais universal criei este blog, no dia de Natal. Nada melhor do que celebrar o nascimento de meu blog que o dia que celebramos o nascimento de alguém que foi e é uma lenda, um heroi ou um simples homem.
Mas nao vou expressar (ainda) as minhas teorias teologicas e sacras...deixo para depois.
Assim convido que leiam, até que transcreveam algumas delas numa carta de amor para alguém... me faria muito feliz e não tenho pejo nem pudor em dar as minhas poesias ao mundo!
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